O Rei do Pop voltou a dominar — agora nas telas. A cinebiografia Michael estreou com tudo e já entrou para a história: US$ 217 milhões arrecadados no primeiro fim de semana, o equivalente a cerca de R$ 1 bilhão. Nenhum filme do gênero havia conseguido tanto assim numa abertura.
O resultado colocou a produção acima de Oppenheimer, de Christopher Nolan, que havia marcado US$ 180 milhões em sua estreia e ocupava o topo da lista até então. Em terceiro lugar segue Bohemian Rhapsody, sobre Freddie Mercury, com US$ 124 milhões — o pódio das cinebiografias ficou bem musical, por sinal.
Quem assina a direção é Antoine Fuqua, e o papel principal coube a Jaafar Jackson, sobrinho do próprio Michael. O filme acompanha a trajetória do artista desde a infância no Jackson 5 até a icônica turnê Bad, nos anos 1980.
Mas nem tudo são aplausos. No Rotten Tomatoes, a crítica especializada deu apenas 38% de aprovação — enquanto o público chegou a incríveis 97%. Um baita racha de opinião que, pelo visto, não afastou ninguém das salas de cinema.
O longa ainda termina com uma deixa para uma possível continuação. Com esse desempenho nas bilheterias, duvide que ela não venha.
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